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	<title>este lado para cima</title>
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	<description>pensamentos, cultura e comentários cotidianos por Gustavo Di Lorenzo</description>
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		<title>Discurso Orador &#8211; Jornalismo / Universidade Presbiteriana Mackenzie &#8211; 15/02/2012</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Di Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[formatura]]></category>
		<category><![CDATA[orador]]></category>

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		<description><![CDATA[Discurso realizado na colação de grau dos formandos de Comunicação Social &#8211; Habilitação: Jornalismo 2011, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, realizada no dia 15 de fevereiro de 2012. &#8212; Às autoridades que compõem a mesa, aos formandos, homenageados, paraninfos, familiares, amigos e demais presentes: boa tarde. Primeiramente, eu queria dizer que é uma grande honra e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discurso realizado na colação de grau dos formandos de Comunicação Social &#8211; Habilitação: Jornalismo 2011, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, realizada no dia 15 de fevereiro de 2012.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Às autoridades que compõem a mesa, aos formandos, homenageados, paraninfos, familiares, amigos e demais presentes: boa tarde.</p>
<p>Primeiramente, eu queria dizer que é uma grande honra e satisfação falar por essas pessoas tão incríveis, que são os formandos de jornalismo que colam o grau aqui hoje, e agradecer a eles por essa oportunidade: obrigado!</p>
<p>Eu ia começar citando um filósofo alemão, mas acho melhor descomplicar e citar algo brasileiro mais&#8230; popular. Então, para simbolizar a humildade dos jornalistas aqui presentes, vou começar citando Paulo Coelho.</p>
<p>Em um de seus livros, ele diz que “A vida é o trem, não a estação”.</p>
<p>Bom, hoje, oficialmente, terminamos nossa passagem pela estação Mackenzie. E a pergunta que fica é: “o quanto mudamos nessa passagem?”</p>
<p>Há alguns anos chegamos aqui repletos de expectativas, crenças, vontades, vaidades. Chegamos aqui esperando trabalhar em uma grande redação, cobrir guerras, denunciar corrupção&#8230;</p>
<p>Na inevitável pergunta “por que você escolheu o jornalismo?”, ouvia-se muito a resposta: “Para mudar o mundo” &#8211; profundo!</p>
<p>E aí vieram aquelas constantes palavras decepcionantes: lead, pirâmide invertida, manual de redação, clipping&#8230; salário. E, se isso não bastasse, surgiu uma notícia sensacional: o diploma caiu pelo supremo tribunal federal. De um dia para o outro, o diploma deixou de ser obrigatório, deixou de ser importante, e virou só mais um papel para ficar jogado na estante. Desapontante!</p>
<p>E aí a gente se perguntou: para mudar o mundo, o que o jornalista pode fazer, se jornalista todo mundo pode ser? Isso nenhum professor ensinou, ou nessa aula todo mundo faltou. Então, em uma profunda reflexão eu percebi que a resposta não é complicada, não.</p>
<p>Vamos pensar juntos: no trem da vida, que o Paulinho Coelho fala, qual é a última estação, o destino final, o terminal?</p>
<p>(você que pensou que a resposta é morte, você é macabro)</p>
<p>O destino final é a satisfação pessoal &#8211; a razão pela qual a gente passa por etapas na nossa vida, ou estações, é a constante busca por satisfações.</p>
<p>Ao longo da história, as mudanças e evoluções sociais, econômicas e culturais &#8211; todas ocorreram, sem exceção, pela vontade de alguém, ou de um grupo, de proporcionar a satisfação para si próprio ou para um grupo de pessoas.</p>
<p>E mudança é uma palavra que nunca entra em desuso. A vontade de sair de um ponto X para ir a um ponto Y, mais satisfatório, é uma constante nas nossas vidas – isso chama Evolução. A Primavera Árabe, o movimento Occupy, aqui no Mackenzie mesmo, o movimento contra as catracas – tudo isso é vontade de mudança.</p>
<p>Mas é importante pensar que, antes de sair criando mudanças, a gente tem que mudar.</p>
<p>Internamente, toda vez que idealizamos algo, ele fica mais distante. Na verdade, idealização é um sonho sem vontade. Tem um trecho de uma música do Caetano que diz que “onde não queres nada, nada falta”. Eu acho melhor não querer nada, e ser satisfeito, do que ficar só idealizando um mundo perfeito.</p>
<p>E agora, que nós estamos formando, é uma hora boa para pensar nisso.</p>
<p>Será que vale a pena trabalharmos em algo que não gostamos para, só num futuro incerto, talvez não tão perto, fazermos o que a gente realmente quer?</p>
<p>Será que vale a pena se sujeitar ao lead, aguentar o clipping ou concordar com a inversão da pirâmide?</p>
<p>Cada um sabe a própria resposta, claro, mas se a gente quer mesmo mudar o mundo, o primeiro passo é mudar o próprio mundo.</p>
<p>E hoje, oficialmente encerrando esse período universitário de nossas vidas, é um dia de vitória para cada um de nós. É um dia que faz parte, sim, do “mudar o mundo” que todos nós imaginamos.</p>
<p>Felizmente, hoje, a gente pode comemorar fazer parte de uma, infelizmente, minoria graduada. No mundo estimulante da nossa geração, que desestimula o pensar, e favorece a emoção, fazer parte de uma elite pensante já é razão para comemoração.</p>
<p>Saímos daqui, hoje, maiores que chegamos há quatro anos atrás.</p>
<p>E agora eu posso citar Nietzsche e dizer que “pessoas pequenas necessitam de virtudes pequenas”.</p>
<p>Sejamos, portanto, grandes. Sejamos virtuosos. Pensemos, não idealizaremos. Mudemos.</p>
<p>Caros jornalistas, caros comunicadores, caros marketeiros, caros assessores, caros escritores e claro, caros professores: parabéns pelo dia de hoje, parabéns pelos últimos anos. Se você saiu dessa jornada acadêmica um pouquinho maior, um pouquinho mais virtuoso, parabéns &#8211; você já iniciou uma mudança.</p>
<p>Eu saio da estação Mackenzie com duas certezas:</p>
<p>A primeira é que talvez a gente não mude o mundo todo, mas se tivermos vontade de mudar o nosso micro-mundo, o mundo de um amigo, de um desconhecido ou de uma comunidade, já fizemos algo grande, já fizemos algo enorme.</p>
<p>A segunda é que se passar um carro vermelho, alguém vai morrer naquela cena.</p>
<p>Muito obrigado.</p>
<p>Gustavo Di Lorenzo Villas Boas</p>
<p><img class="wp-image-129 aligncenter" title="Formatura - Mackenzie - Jornalismo 2011" src="http://esteladoparacima.com/wp-content/uploads/2012/02/foto-formatura.jpg" alt="Formatura - Mackenzie - Jornalismo 2011" width="518" height="389" /></p>
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		<title>Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 19:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Di Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[críticas cinematográficas]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[David Fincher]]></category>
		<category><![CDATA[Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Rooney Mara]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Zaillian]]></category>
		<category><![CDATA[Stieg Larsson]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Trilogia Millennium]]></category>
		<category><![CDATA[Zodíaco]]></category>

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		<description><![CDATA[The Girl With the Dragon Tattoo Dirigido por David Fincher, com roteiro de Steven Zaillian, baseado no livro de Stieg Larsson. Eu gosto muito do título original desse filme: The Girl With the Dragon Tattoo (a menina com a tatuagem de dragão). Apesar do nome brasileiro ser fiel ao livro sueco que inspirou o longa, o americano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>The Girl With the Dragon Tattoo</em></p>
<p style="text-align: right;">Dirigido por <a title="David Fincher" href="http://www.imdb.com/name/nm0000399/" target="_blank">David Fincher</a>, com roteiro de <a title="Steven Zaillian" href="http://www.imdb.com/name/nm0001873/" target="_blank">Steven Zaillian</a>, baseado no livro de <a title="Stieg Larsson" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stieg_Larsson" target="_blank">Stieg Larsson</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-full wp-image-119" title="Rooney Mara - Lisbeth - The Girl With the Dragon Tattoo" src="http://esteladoparacima.com/wp-content/uploads/2012/02/rooney-mara.jpg" alt="Rooney Mara - Lisbeth - The Girl With the Dragon Tattoo" width="575" height="305" /></p>
<p>Eu gosto muito do título original desse filme: The Girl With the Dragon Tattoo (a menina com a tatuagem de dragão). Apesar do nome brasileiro ser fiel ao livro sueco que inspirou o longa, o americano representa mais a principal riqueza da trama: o conflito de personalidade vivido por Lisbeth, uma das protagonistas.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que Lisbeth é uma espiã hacker, repleta de piercings e tatuagens, com problemas de conduta e histórico de violência, ela ainda é uma garota com fortes traços infantis. Repare em suas refeições: duas vezes durante a fita é possível ver um McLanche Feliz em sua mesa. E é fácil perceber (talvez pelo seu modo de ser) que essa crise gera um desconforto social na personagem. O uso da câmera é muito feliz ao trazer isso ao espectador. Em mais de uma cena, há o enfoque em primeiro plano do rosto de Lisbeth, mas de uma forma não convencional: deitado, em 90 graus, gerando certo desconforto na cena &#8211; como se ela não pertencesse àquele local. Outra técnica utilizada diversas vezes é a pequena profundidade de campo, em cenas em que a personagem está lidando com outros indivíduos &#8211; essa distância forçada mostra o sentimento da garota naqueles momentos.</p>
<p>E se a personagem é muito rica por sua complexidade, a atriz não deixou a desejar em nenhum momento na interpretação. Rooney Mara foi um grande acerto para o elenco, trazendo tanto na expressão facial, quanto na corporal, o sentimento dessa personagem. É visível, por exemplo, pelo modo de se portar da atriz, seu desconforto ao encontrar com outras pessoas, tentando sempre passar por invisível nessas ocasiões &#8211; andando de forma rápida e encolhida, como se não quisesse ser notada.</p>
<p>Mas o mérito não fica só com Mara e Lisbeth. Daniel Craig, que vive o, também protagonista, jornalista Mikael, acerta em cheio ao dar um passo para trás e permitir ao seu personagem uma aparição lentamente progressiva. O personagem vive uma crise, tendo sua credibilidade como jornalista colocada em cheque perante a opinião pública. Repleto de incertezas pessoais e profissionais, ele aceita uma oportunidade e se isola em uma ilha extremamente fria, deixando tudo de lado para se dedicar a uma missão especial.</p>
<p>Sobre a ilha, é interessante reparar que, além do clima extremamente gelado, ela é humanamente gelada. Apesar de contar com diversos membros da tradicional família de empresários Vanger, praticamente não há relação entre eles, ficando cada um isolado em sua própria mansão. A direção de arte acerta ao utilizar cores frias em todo o ambiente, além de planos mais abertos, mostrando a imponência do local. Veja a tomada de apresentação da casa principal, por exemplo: o plano fica praticamente inteiro tomado pela fachada da casa, imponente perante os personagens &#8211; antecipando a fragilidade da família sob sua posse. Repare, também, que curiosamente há apenas uma casa que foge de todo esse padrão da ilha: a casa de vidro, com cores quentes, de Martin Vanger.</p>
<p>David Fincher já tinha provado, em Zodíaco, sua capacidade para filmes policiais. Aqui, em Millennium (que, inclusive, relembra muito a parte visual de Zodíaco), ele reafirma, com magnificência, o que já era sabido: ele é um dos maiores diretores da atualidade, independente do gênero.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>sobre a crítica cinematográfica</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 17:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Di Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[pablo villaça]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre gostei muito da crítica cinematográfica. Desde que comecei a fazer jornalismo na faculdade, cogitei tentar, um dia, tornar-me um crítico de alguma publicação. Claro, é um caminho longo: além do grande domínio da escrita, é necessário bastante conhecimento de linguagem cinematográfica e um amplo currículo de filmes (afinal, para entender referências, nada resolve, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre gostei muito da crítica cinematográfica. Desde que comecei a fazer jornalismo na faculdade, cogitei tentar, um dia, tornar-me um crítico de alguma publicação.</p>
<p>Claro, é um caminho longo: além do grande domínio da escrita, é necessário bastante conhecimento de linguagem cinematográfica e um amplo currículo de filmes (afinal, para entender referências, nada resolve, além de ter visto muitos filmes). Por isso é difícil ver qualquer jovenzinho assinando críticas.</p>
<p>Mas, como a prática é o melhor caminho para o melhoramento, uma das maiores funções desse blog vai ser a publicação de críticas (ainda amadoras, claro) por minha parte. Vai servir de exercício e portfólio.</p>
<p>Por outro lado, apesar de gostar muito da crítica propriamente dita, eu tenho muita dificuldade em encontrar críticos de quem realmente gosto. Explico: na maioria das vezes, acabo me decepcionando por perceber que o ego de muitos acaba ficando acima da independência analítica.</p>
<p><em>&#8220;É arriscado criticar um filme de Almodóvar?&#8221; / &#8220;Pega mal discordar de Cannes?&#8221; / &#8220;E concordar com o Oscar uma vez na vida, é feio?&#8221; / &#8220;Vou parecer menos culto se achar um filme iraniano chato?&#8221;</em></p>
<p>O problema é que a personalidade de alguns acaba passando por cima do seu trabalho. E aí aquilo deixa de ser crítica e vira apenas um comentário. Na época da Mostra de São Paulo, por exemplo, chega a ser irritante a competição de &#8216;quem viu mais filmes&#8217; entre os seletos donos de uma credencial.</p>
<p>Lembro de ter lido (ou ouvido) o mestre <a title="Blog 'Diário de Bordo' - Pablo Villaça" href="http://www3.cinemaemcena.com.br/pv/BlogPablo/" target="_blank">Pablo Villaça</a> (que considero o maior crítico do país e devo citar muitas vezes por aqui) explicando que crítica, mais do que dizer se gostou ou não de um filme, é explicar o porquê dos impactos daquilo que foi visto. Se em certa cena, o público ficou empolgado, é função do crítico explicar a razão. Se o filme contava com um elenco de peso e trouxe um resultado ruim, é função do crítico encontrar o erro. A crítica, mais do que o parecer de um especialista, é uma pequena aula de cinema, baseada em um exemplo específico (o filme em questão).</p>
<p>Pensando dessa forma, é difícil encontrar um crítico de verdade nas publicações do país &#8211; o que a gente mais vê são resenhas e julgamentos.</p>
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		<title>agora eu tenho um blog</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 21:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Di Lorenzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>

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		<description><![CDATA[Na virada do ano de 2010 para 2011, procurei um pedaço de papel e, na parte de cima escrevi: &#8217;12 metas que eu tenho que cumprir, sem falta, em 2011&#8242;. Só cumpri uma e meia. Na virada de 2011 para 2012, aprendi com o fracasso e apelei para a modéstia: são apenas duas metas (não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na virada do ano de 2010 para 2011, procurei um pedaço de papel e, na parte de cima escrevi: &#8217;12 metas que eu tenho que cumprir, sem falta, em 2011&#8242;. Só cumpri uma e meia.</p>
<p>Na virada de 2011 para 2012, aprendi com o fracasso e apelei para a modéstia: são apenas duas metas (não precisei nem de papelzinho). Uma delas é <strong>escrever mais</strong>. Esse blog nasce, então, como um exercício de escrita &#8211; vai me forçar a escrever e, caso eu não consiga, meu fracasso vai ser público.</p>
<p>No &#8216;Sobre&#8217; eu falo um pouco mais sobre o que pretendo escrever e falo um pouquinho de mim. Olha lá.</p>
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